Roteiro completo: Itatiaia - Rio de Janeiro

Atualizado: Abr 23

Nossa viagem para Itatiaia, interior do Rio de Janeiro, foi por completo, uma surpresa. Fomos por indicação de um parente e pesquisamos pouco, todas nossas informações foram do Tripadvisor, e foi suficiente para fecharmos um hotel e marcarmos a data. Escolhemos nosso hotel no booking.com, nos hospedamos durante 5 dias no Hotel La Posa Itatiaia.



Demoramos cerca de 4 horas para chegar de SP até lá, parando para almoçar. Quando chegamos fomos em um mercadinho, 5 minutos andando do hotel, a cidade é muito calma e silenciosa. No resto do dia descansamos da viagem.


Gostamos muito de viajar de carro, para ver a paisagem e ir conhecendo os lugares que passamos mesmo sendo mais cansativo.


O Parque Nacional de Itatiaia foi o primeiro parque do Brasil, índios Puris habitavam a região e apenas em 1937 Getúlio Vargas criou o parque. Itatiaia significa "pedras pontudas" em tupi guarani! O parque nos encantou pela flora e fauna, organização e pelo tamanho. Pelo parque já foram e é visto uma diversidade imensa de animais; pássaros, borboletas, tucanos, quatis, sapos, macacos, cobras, lagartos, cachorros do mato, e muito mais. Já foram vistas várias onças pintadas, mas por algum motivo, desconhecido pelos biólogos, deixaram o parque.



Cachoeira Véu da Noiva - Itatiaia

O parque é divididos em partes, em nosso primeiro dia fomos na parte baixa, onde encontramos maior número de cachoeiras, temperaturas mais gostosas e normalmente é mais movimentado. Fomos primeiramente na cachoeira do Véu da Noiva, a mais popular do parque, tem 25 metros de altura, tem uma trilha muito tranquila até chegar nesse pico a mais.

Tudo é extremamente organizado, sinalizado, limpo e seguro, possuem banheiros espalhados por todo parque. Alguns trechos até as trilhas são feitos de carros.


Cachoeira de Itaporani

Seguindo a 500 metros, chegamos a Cachoeira de Itaporani, também muito simples de chegar. No local, existe uma placa com os riscos do local: as cheias repentinas podem ocorrer quando existem mudanças no tempo. A água em todos os lugares é extremamente gelada, não conseguimos ficar com os pés dentro, e olha que pra gente não entrar é porque é realmente gelada, fomos no inverno, no calor parece que as condições são melhores.


Existem várias cachoeiras, todas de fácil acesso e sinalizadas, aqui algumas fotos delas:



No segundo dia decidimos subir 2.655 metros, foi loucuras das grandes. Fomos na parte alta do parque conhecida pelas grandes escaladas e trilhas, pelo visual e pelo Pico das Agulhas Negras, o lugar mais alto do Brasil, onde ocorrem treinamentos do exercito e altas escaladas.




Subimos no Morro do Couto. O caminho da portaria da parte alta até a trilha é bem chata, 15km de carro em estradas de terra. Para entrar, precisamos deixar na portaria nosso CPF, telefone, assinatura e locais onde iriamos do parque. Tudo para nossa segurança e controle do parque. Para chegar no topo levamos 2 horas e meia de trilha, com subidas e espaços íngremes, não é difícil, tinham crianças até, mas realmente, exige um pouco mais. Leve água e comida.



No terceiro dia fomos novamente na parte alta, dessa vez fomos na caça do paraíso. Fizemos a caminhada até a Cachoeiras das Flores. Andamos 3km e 200 metros, durou cerca de 2 horas.



Finalmente, em nosso último dia, conseguimos visitar o centro de visitantes do parque, onde tem museus muito bacanas e interessantes sobre fauna e flora. E o que mais gostamos na viagem inteira, vimos macacos.




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